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Cão dos Faraós


Supõe-se que a origem da raça "caçadores do faraó", tenha sido o cruzamento de cães com chacais. No Egito, era de boa sorte possuir um cão-chacal, pois acreditava-se que ele honrava o deus Anúbis, deus dos mortos, que possuia cabeça de chacal e de acordo com a crença local, guiava os merecedores rumo à eterna felicidade na vida do além.

Relevos esculpidos, hieróglifos e pinturas deste cão datam de 3.000 AC.

O próprio rei Tutancâmon, soberano do Alto e Baixo Egito possuía um desses cães, cujo nome (imponunciável) era ABUWITIYUN.

Diz-se que o soberano adorava observar a agilidade do cão caçador quando estava brincando e prezava muito a companhia deste durante as caçadas.

Quando ABUWITIYUN morreu, o soberano ordenou que fosse enterrado como nobre. O cão foi embrulhado em fino linho e deitado para repousar num esquife próprio. Foi perfumado e friccionado com unguentos conservantes para que pudesse ser honrado perando o deu Anubis. Uma reprodução do cão foi colocada perto da entrada do local funerário do próprio Tutancâmon.

"A Inteligência dos Cães

 

   

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